segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009




Portela, eu nunca vi coisa mais bela quando ela pisa a passarela e vai entrando na avenida...”


Um mar de gente por todos os cantos e especulações de dissidências de blocos para evitar tumulto, tudo controverso, tudo uma forma de manter a coisa segura, tranquila e familiar, tudo uma forma de manter a diversão e não transformá-la em confusão, em transtorno.
Não estou aqui para discutir questões de ordem política, segurança, limpeza e outras faltas, mas que a organização do carnaval de rua precisa ser revista é fato.
É verdade que o carnaval que me atrai é aquele do samba enredo, da escola de samba, do samba no pé, do sambódromo, onde eu me acabo do início até findar na manhã de terça-feira, mas como esse ano não foi possível minha passagem pela passarela do samba, curti os blocos de rua com alguma moderação, vesti meus apetrechos e parti pra rua cheia de coragem.
Aproveito os próximos dias para descansar, afinal ninguém é de ferro.

5 comentários:

fernando disse...

Aqui em São Paulo o caranaval é restrito ao sambódromo, não existm blocos, o que torna uma festa restrita apenas aos que tem grana, mas em cidades menores ao redor de SP, esta cultura é forte, e ao meu ver é até mais legítima, por ser pensada e executada por populares.
Pelo jeito você se divertiu bastante, legal!

Philip Rangel disse...

Aqui em MG precisamente em sete lagoas nao tem carnaval nao..a galera vai para as cidades vizinhas...coisa q nao gosto pq sete lagoas tem mais de 200 mil habitantes e nao ter isso aberto....
deve ser pq em outubro tenha o carna 7...uma grande micareta conhecida...

bjos

€ster disse...

Oi amiga,

Deixei mais instruções sobre a Blogagem e uns sites que ajudarão na pesquisa do tema Inclusão Social, no meu blog,


Abs,

Bailandesa disse...

Oi Rose, felicidade a sua de curtir o seu carnaval no Rio. Fiquei aqui na saudade.

Um abraco e obrigada pela visita no Entre Mulheres e Letras.

Eurico disse...

Puxa vida! Aqui em Pernambuco tem uma multidão de portelenses, isso devido ao Paulinho, à Clara Nunes...
Que carnaval lindo!